Cada eixo é uma pressão: desmatamento acumulado (horizontal) e aquecimento global (vertical). O sistema desenha um rastro-cometa que parte de 2000 (apagado), chega ao ponto brilhante de hoje e segue, esmaecendo, para o futuro que os controles projetam. As faixas de limiar dos estudos marcam onde a floresta pode virar — e a ciência mais nova estreitou essa faixa.